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Como a solução da Trace descomplicou a rodada de investimento da Zippi

julho 29, 2022

Pensando em oferecer soluções financeiras para autônomos, a Zippi desenvolveu o primeiro aplicativo de crédito para esses profissionais, que somam milhões de pessoas na América Latina. Com o produto em mãos, em junho de 2022, a startup anunciou uma rodada de investimento no valor de US$16 milhões. Saiba como a Trace contribuiu para  esse processo e descomplicou a rodada de investimento da Zippi! 

Com o objetivo de olhar financeiramente para os profissionais autônomos, a Zippi desenvolveu o primeiro capital de giro semanal por Pix. Por meio do aplicativo, é possível adiantar a fatura e gerenciar o limite semanal.

“A gente encontrou uma dor relacionada ao meio de pagamento para pessoas com empresas pequenas. Não tinha um produto que funcionasse bem para o empreendedor conseguir o capital de giro necessário”, conta Bruno Lucas, Co-founder e CFO da Zippi. 

Bruno conta que teve um crescimento significativo desde o lançamento do produto: “tivemos uma resposta muito boa do público. Os clientes gostam muito da solução e a gente já percebe o efeito da Zippi no negócio deles”. 

Pensando em acelerar a trajetória de crescimento, no início de 2022, a startup decidiu abrir uma rodada com investidores estrangeiros. Liderada pelo fundo Tiger Global e com a participação de Y Combinator, Volpe Capital, Rainfall Ventures, Globo Ventures, entre outros, a Zippi fez a captação de US$16 milhões. 

Desafios da captação 

Para Bruno, os dois principais desafios para uma startup que capta fundos fora do seu país de origem são: decidir o momento de trazer o valor para o Brasil e ter uma estrutura pronta para fazer a movimentação. Ele também destaca a importância de “ter no roadmap um parceiro como Trace, além de ter todos os documentos em dia”. 

Fazer uma rodada de investimento no exterior e, após a captação, trazer o valor para o Brasil, envolve uma série de burocracias. Uma das dificuldades está relacionada ao câmbio com bancos tradicionais, que além de ser caro, é demorado e não conta com suporte paralegal. Além disso, pode demorar meses para concluir a abertura de uma conta em um banco estrangeiro que permita essa movimentação entre países. 

A Trace aparece como solução para empresas que fazem a captação no exterior e precisam de suporte para trazer o valor ao Brasil. Por meio de uma estrutura pensada para facilitar todo o processo, a equipe localiza a rodada em até um dia e com o menor custo do mercado. Além disso, o time de assessoria paralegal cuida dos assuntos burocráticos para que a startup esteja apta a usar o valor captado em sua operação. 

“A Trace nos ajudou bastante, porque facilitou a parte documental, burocrática e até mesmo na execução. Tivemos um ótimo suporte, principalmente, se comparado com instituições um pouco maiores”, completa. 

Dica para líderes e founders de startups 

Além de entender qual o melhor momento de trazer o valor para o Brasil e contar com a estrutura ideal, Bruno dá mais uma dica para os líderes e founders que vão fazer uma captação com fundos estrangeiros: “tratar o trabalho de fundraising com muita seriedade e pensar nele como a gente pensa em produto”.

Para ele, o ideal é sempre aprimorar o pitch e dar atenção ao negócio e ao que ele  tem a oferecer: “melhorar, constantemente, o pitch e os documentos apresentados. Ou seja, deixar a apresentação de materiais o mais amigável possível, para focar no negócio em si, entender o que o negócio é, o que ele quer ser”. 

Conte com a Trace para facilitar sua rodada 

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